sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Cancelado o F.D.S. dos dias 16,17 e 18 Novembro de 2007.


Queridos amigos dialogadores!

Paz e Bem!

É com sentimento de tristeza que comunicamos o CANCELAMENTO do próximo FDS de nossa Diocese.

Porém é importante salientar que esta decisão foi tomada com a mais seriedade e prudência devido a vários fatores que impediram a execução desse FDS.

No entanto, queremos agradecer a Deus pelos Casais, sacerdotes e religiosa foram ao encontro de casais, que fizeram o recrutamento, com isso, pedimos à Deus que não desanimem e possam dar continuidade nessa missão evangelizadora e que o Espírito Santo ilumine os Corações desses casais que iriam viver o FDS de modo que eles perseverem o dêem o seu “sim” mais uma vez no próximo FDS em 2008.

Queremos também compartilhar o nosso sentimento de esperança pelo próximo ano, buscando em Deus a misericórdia da Graça de não mais cancelar e fazer com que mais casais possam viver a experiência do Encontro Matrimonial.

Forte abraço a todos.

Fiquem com Deus.

Cícero e Tatiane.

Pré Encontro

Dioc. Ponta Grossa PR

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Pedido de orações pela Saúde e breve Recuperação da VANDA do Toninho.



Amados amigos e irmãos dialogadores eucarísticos, Paz e Bem!
Hoje, 8/11, quinta-feira, a nossa irmã Vanda (que, com seu esposo Toninho, são os responsáveis pela nossa Área de Serviço Diocesano de Pós Encontro de Londrina PR) irá submeter-se a uma intervenção cirúrgica para a retirada da Tireóide. A cirurgia está marcada para as 15h, no Hospital Nove de Julho, em São Paulo.
Pedimos a vocês o carinho de incluir em suas orações a intenção pelo sucesso da cirurgia e pela plena e breve recuperação da Vanda.
Aos que puderem enviar cartinha de oração para ela, o e-mail é toninhoevanda@bol.com.br
Que Deus os abençoe e Nossa Senhora Aparecida seja sempre sua poderosa intercessora!
Um abraço carinhoso,
AMILCAR & SANDRA.

domingo, 4 de novembro de 2007

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Imagem de Destaque

Finados, a celebração da esperança cristã

Uma oportunidade para fazermos uma reflexão sobre a vida

A nova vida, recebida no Batismo, não está sujeita à corrupção nem ao poder da morte. Para quem vive em Cristo, a morte é a passagem da peregrinação terrena à pátria do Céu, onde o Pai acolhe a todos os filhos, “de toda nação, raça, povo e língua” (Apocalipse 7,9).

É muito significativo e apropriado que, depois da festa de Todos os Santos, a Igreja nos faça celebrar a comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. Segundo a liturgia da Igreja, “para os que crêem a vida não é tirada, mas transformada”.

No Corpo místico de Cristo, as almas dos fiéis se encontram e superam a barreira da morte, rezando umas pelas outras, realizando na caridade um íntimo intercâmbio de dons. Nessa dimensão de fé, compreendemos a prática de oferecer pelos falecidos orações de sufrágio, de maneira especial a Santa Missa – memorial da Páscoa de Cristo que abriu aos que têm fé em Cristo a vida eterna.

Os primeiros vestígios de uma comemoração coletiva de todos os fiéis defuntos são encontrados em Sevilha (Espanha), no séc. VII, e em Fulda (Alemanha), no séc. IX. O verdadeiro fundador da festa, porém, é Santo Odilon, abade de Cluny (França). A festa propagou-se rapidamente por todo estado francês e pelos países nórdicos. Foi escolhido o dia 2 de novembro para ficar perto da comemoração de todos os santos.

Muitos documentos dos primeiros séculos da Igreja nos garantem esta prática. Por exemplo, a Didaquè (ou Doutrina dos 12 Apóstolos), do ano 100, já mandava “oferecer orações pelos mortos”. Nas Catacumbas de Roma os cristãos rezavam sobre o túmulo dos mártires suplicando a sua intercessão diante de Deus. Tertuliano (†220), Bispo de Cartago, afirmava que “a esposa roga pela alma de seu esposo e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte” (De monogamia, 10).

Nos seus ensinamentos, o Papa João Paulo II ensinou-nos que “a Igreja do Céu, a Igreja da Terra e a Igreja do Purgatório estão misteriosamente unidas nessa cooperação com Cristo para reconciliar o mundo com Deus.” (Reconciliatio et poenitentia, 12) João Paulo ainda nos ensinou que “... os vínculos de amor que unem pais e filhos, esposas e esposos, irmãos e irmãs, assim como os ligames de verdadeira amizade entre as pessoas, não se perdem nem terminam com o indiscutível evento da morte. Os nossos defuntos continuam a viver entre nós, não só porque os seus restos mortais repousam no cemitério e a sua recordação faz parte da nossa existência, mas sobretudo porque as suas almas intercedem por nós junto de Deus” (02/11/94).

A celebração do dia de Finados é uma oportunidade para fazermos uma reflexão sobre a vida. Ela terminará para todos nós aqui neste mundo, é apenas uma questão de tempo. Além disso, para a eternidade não poderemos levar nada de material. Levaremos apenas o bem que tivermos feito para nós e para os outros. Logo, deve ser uma tomada de consciência de que ser feliz e viver bem não quer dizer acumular tesouros, prazeres ou glórias, mas fazer o bem e preparar uma vida eterna com Deus.

Foto
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Prof. Felipe Aquino, casado, doutor em Física pela UNESP. Foi membro da Comissão Nacional da Renovação Carismática Católica (RCC). Participa de encontros no país e no exterior, já escreveu 45 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br

02/11/2007 - 08h22